André Martins

Sobre

Tenho 34 anos. Moro em Petrópolis, na serra acima do Rio, com o meu cachorro Boris. Comecei a programar profissionalmente aos 16 — e quase duas décadas depois, o trabalho ainda tem a parte de mim que tinha naquela época.

Em 2016 cofundei a adōpets pra resolver um problema que eu tinha visto de perto: o processo de adoção animal era manual, fragmentado, e essa fragmentação custava vidas. Em 2019 fomos selecionados para o Techstars Boston, o que afiou a empresa e abriu portas pras parcerias que definiriam o que viria depois. Desde então, a adōpets já ajudou mais de 400 mil famílias a levarem um novo pet pra casa.

Em 2022, a adōpets e a ShelterBuddy — parceiras de longa data no ecossistema — se fundiram pra criar a Pet Loyalty. A ShelterBuddy é um shelter management completo; a adōpets é a camada de adoção que se conecta a ela (e a outros shelter softwares também). Trazer as duas pra dentro da mesma empresa permitiu ir mais fundo na integração sem fechar a adōpets pro resto do ecossistema.

Hoje, os três produtos da Pet Loyalty processam mais de 720 mil adoções por ano nos EUA, Canadá, Austrália e Nova Zelândia:

  • adōpets — a camada de adoção. Standalone ou junto com qualquer shelter software. 400 mil+ famílias atendidas.
  • ShelterBuddy — o shelter software completo. Liderada pelo meu co-CTO Cameron.
  • AME — produto novo, construído do zero pra nossa parceria com a PetSmart. Adoção no varejo, em mais de 1.600 lojas.

Sou cofundador e co-CTO na Pet Loyalty. Lidero a engenharia da adōpets e do AME. O Cameron lidera a ShelterBuddy. O time é 100% remoto; a engenharia que lidero é majoritariamente brasileira.

O trabalho é pouco glamouroso, no melhor sentido. Quando nossos sistemas caem, um animal não encontra um lar naquele dia. Essa é a vara. Tudo que construímos é medido contra ela.

Fora do trabalho

Eu não acho que nenhum de nós seja só o que faz pra viver — e prefiro não ter um site pessoal que finja que sim.

Tenho interesse em jardim e horta. Petrópolis tem um microclima próprio e estou aprendendo o que ela aceita e o que ela rejeita. Escrevo sobre isso de vez em quando — mais como alguém curioso do que como alguém com respostas.

Também estou começando a explorar música — especificamente, produzir música com ferramentas de IA. É novo, desajeitado, e um contrapeso útil ao que faço pra viver, onde sei o que estou fazendo na maior parte do tempo. Aqui eu não sei. Escrevo sobre isso mais pra registrar meu próprio progresso.

Outras coisas vão e vêm no que escrevo — investimentos, esportes, trilhas pela Serra dos Órgãos, a vida com o Boris, livros que me surpreenderam. Trato este site como um lugar pra pensar em voz alta, não como portfólio.

Por que escrevo aqui

Comecei a programar aos 16. Dezoito anos depois, ainda estou aprendendo — sobre engenharia em escala, sobre liderar um time remoto a partir do Brasil que constrói pra usuários em quatro países, sobre ser co-CTO responsável por resultados que eu nem tinha vocabulário pra descrever dez anos atrás. E sobre todo o resto.

Se algo que escrevo te interessar, ou se quiser trocar notas — sobre software, sobre o jardim, sobre música, sobre qualquer coisa — fala comigo em hello@jhansonpk.com ou pelo LinkedIn.